
Sou trader e investidor quantitativo. Estudei Física na USP e me dedico à modelagem de sistemas dinâmicos aplicados ao comportamento dos preços, com interesse especial em não-linearidade, fenômenos associados à teoria do caos e métodos quantitativos para análise e operação de ativos.
Iniciei minha vida acadêmica como pesquisador pelo CNPq no Departamento de Física da Matéria Condensada da USP investigando sistemas não-lineares. Meu foco era analisar como perturbações mínimas na estrutura atômica de sólidos cristalinos, como a substituição de alguns átomos, podiam desencadear transições de fase abruptas.
Foi ali que aprendi que estruturas complexas nunca são totalmente caóticas, mas obedecem a regras silenciosas, quase invisíveis. Essa foi minha primeira experiência com sistemas não-lineares.

Na minha transição para o mercado financeiro, percebi que ele seguia a mesma lógica: imprevisível no detalhe e impossível de descrever de forma dedutiva ou analítica, mas repleto de padrões emergentes e estruturas ocultas. Era a ordem dentro do caos novamente. Me senti em casa.
Além dos números, sempre encontrei na escrita uma forma de pensar e organizar ideias. Esse foi um dos motivos que me levou a passar uma temporada em Nova York estudando Escrita Criativa, afastado das rotinas e do mercado para viver em outro país, com o único compromisso de ler e escrever.
Hoje, com quase duas décadas operando capital próprio, já ministrei cursos e palestras por todo o Brasil sobre investimentos e trade quantitativo, e sou autor de dezenas de artigos sobre mercado, matemática e filosofia. Mais do que transmitir técnicas, busco ensinar uma forma estruturada e lógica de pensar o mercado.
Nas horas vagas, toco saxofone e escrevo ficção científica.
O que você encontrará aqui
Aqui compartilho estudos, ideias e experimentos sobre mercado, matemática, filosofia e tudo o que nasce no espaço entre eles.
Não prometo respostas, métodos infalíveis ou iluminação. Apenas pensamento honesto, dados bem tratados e perguntas feitas com rigor.
Te explico entropia enquanto tomamos um expresso. Puxe uma cadeira.
José Gaspar